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sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

O DIA DA FARSA: Brasil

 


O DIA DA TRAIÇÃO

Jenyberto Pizzotti

O Dia 9 de Janeiro de 2023 jamais será esquecido. Não dá para esquecer.
Nesse dia, em Brasília, comandantes do Exército em conluio com a Polícia Federal, todos ligados, dominados e manipulados pelo desgoverno criminoso atualmente no Poder, optaram pela covarde irresponsabilidade de abandonar e trair um povo idealista e ingênuo que ficou semanas, sob sol e chuva, com bíblias nas mãos, pedindo pacificamente e inutilmente socorro e que as Forças Armadas salvassem o Brasil nas portas dos quartéis.
Parte dessas pessoas, de forma equivocada, demonstrou seu abandono, sua indignação e sua revolta pela omissão de todas as autoridades e políticos diante do Golpe de Estado dado pela Esquerda através de Eleições Fraudadas, invadindo prédios vazios, destruindo patrimônio público, e acabou caindo numa armadilha.
A maior parte das pessoas acampadas na frente dos quartéis do Exército não participaram da invasão de prédios do governo e da destruição de patrimônio público, mas todos que ali estavam, de forma generalizada, foram usados e rotulados convenientemente de "golpistas", e tudo isso para mascarar e justificar o verdadeiro e genial golpe que implantou no Brasil uma vergonhosa Ditadura, ditadura essa liderada por um condenado como ladrão, e um advogado chantagista, com traços de psicopatia e megalomania, travestido de Juiz da Suprema Corte, e tudo isso com o apoio incondicional de uma Polícia Federal dominada, aparelhada e corrompida, e de uma Imprensa suja, comprada, dominada, e que absolutamente não cumpre seu papel e sua missão de ser imparcial e bem informar.
Em 09 de janeiro de 2023 em Brasília aconteceu VIOLAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS, CÁRCERE PRIVADO, TORTURA FÍSICA, MORAL, E PSICOLÓGICA, E ABUSO DE PODER, NUMA GUERRA ASSIMÉTRICA POLITICA E IDEOLÓGICA PARA A TOMADA DE PODER E IMPLANTAÇÃO DO MEDO, DO TERROR, E DE UMA DITADURA NO BRASIL.
DESCRIÇÃO DOS FATOS
No dia 09 de janeiro de 2023, com total conhecimento, e por ordem dos cidadãos ALEXANDRE DE MORAES, Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), FLÁVIO DINO DE CASTRO E COSTA, Ministro de Justiça, LUIZ IGNÁCIO LULA DA SILVA, atual Presidente do Brasil, centenas (segundo verificações preliminares, mais de 1.500) de homens, mulheres e crianças que estavam acampados, de forma pacífica e sob proteção há mais de 60 dias, em área militar do Exército Brasileiro, em Brasília, Distrito Federal, foram de forma ilegal, inconstitucional, e desumana, coagidos e forçados, a entrarem em dezenas (50) de ônibus sob a responsabilidade da POLÍCIA FEDERAL BRASILEIRA (PF), sob total domínio e controle do governo brasileiro (a PF foi sendo transformada numa espécie de Gestapo Nazista).
Em seguida, esse contingente de seres humanos foram conduzidos e confinados em um Ginásio sob o policiamento ostensivo dessa mesma Polícia Federal e foram mantidos sob CÁRCERE PRIVADO, em condições sub humanas, privadas de água, alimentos, instalações sanitárias adequadas, e clara e propositadamente, sob tortura psicológica e moral, submetidas a técnicas sistematizadas de terror psicológico, detidas e presas sem nenhum tipo de tipificação de crime previsto na Legislação Brasileira, sem nenhum tipo de denúncia, julgamento e defesa.
Tudo aconteceu com a total omissão, conivência e insensibilidade do Ministério Público Federal, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), das Organizações de Direitos Humanos brasileiras, e dos Meios de Comunicação (TVs, Rádios, Jornais), todos controlados pelo atual governo, em atos que contrariam frontalmente todos os preceitos, declarações e tratados internacionais sobre Direitos Humanos da ONU, OEA e de demais Organizações Mundiais.
Essa ação desumana, criminosa e predatória das autoridades brasileiras contra inocentes, foi em represália aos acontecimentos referentes a ação de outros manifestantes em prédios do governo, onde elementos infiltrados (segundo alguns indícios, do próprio governo), e sob total conhecimento desse governo (pois essas autoridades foram no dia anterior alertadas pelos órgãos de inteligência Brasileira - ABIN), promoveram atos de vandalismo e danos ao patrimônio público para culparem a massa de manifestantes pacíficos, no melhor estilo nazista.
É importante lembrar o episódio do incêndio e destruição do Reichstag (um incêndio criminoso feito pelos nazistas onde se culpou os judeus) em Berlim em 27 de fevereiro de 1933, onde através de um golpe ao Parlamento Alemão se implantou o Nazismo na Alemanha, se culpando comunistas e socialistas, sendo que no Brasil, comunistas e socialistas do novo governo parecem terem assimilado e aprendido as lições da História e as técnicas nazistas de domínio e manipulação das Massas.
Dias antes do 08 de janeiro a ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) emitiu diversos alertas acerca do risco eminente de invasão a prédios públicos.
Esses alertas foram distribuídos para todos os integrantes do SISBIN (Sistema Brasileiro de Inteligência), uma rede que une 48 órgãos em 16 Ministérios, portanto as autoridades brasileiras citadas na presente denúncia sabiam com antecipação que iria ocorrer uma ocupação pacífica dos prédios públicos, e vislumbraram a possibilidade de infiltrar elementos ligados a seus partidos políticos (PT e PSOL) para depredarem e destruírem o patrimônio público e culparem seus opositores, exatamente como fizeram os nazistas em 1933 com o incêndio do Reichstag, parlamento alemão, onde se culparam os judeus e os opositores, e que serviu como pretexto para se implantar definitivamente na Alemanha o Nazismo.
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) Lucilene Florêncio, e o Diretor do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Victor Arimatea, informaram que pelo menos 50 detidos na Academia Nacional da Polícia Federal foram transferidos para o Hospital Regional de Sobradinho (HRS) e para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) da cidade, o que confirmou as condições sub humanas relatas por diversas fontes.
Dessa brutal realidade descrita, por todas as ilegalidades e desumanidades aqui relatadas, e sob total responsabilidade das autoridades brasileiras citadas, seres humanos, sobretudo crianças, conforme o que foi amplamente divulgado nas redes Sociais da Internet, correram risco de vida.
As Forças Armadas, mesmo com a evidência de um Golpe de Estado dado pela quadrilha de Lula através de Eleições e um Sistema Eleitoral corrompidos, fraudados desde o início, e com um Sistema de Apuração de Votos (SISTOT) fraudado e impossível de ser auditado, não cumpriu e não cumpre sua missão constitucional e histórica, que é em sua essência a Defesa do Povo e razão de sua existência.
As instituições Forças Armadas, o Ministério Público e a Polícia Federal, antes motivo de orgulho, e amadas e respeitadas pelo Povo Brasileiro, estão hoje de quatro, sendo subjugadas, violentadas, dominadas e estupradas por um único cidadão com traços mais que evidentes de psicopatia e megalomania.
Com uma narrativa mentirosa da defesa do Estado Democrático de Direito, defesa da Democracia, defesa da República e da Constituição, se executa, na prática, a destruição dessas instituições e conceitos, se inverte todas a verdades e valores, e se prepara o caos e a destruição no Brasil.
Adolf Hitler fez isso na Alemanha e a destruiu.
Estamos observando destruição de um país, a destruição de sua Economia, e um país inteiro ser sequestrado e dominado por bandidos. Até quando e a que preço não haverá reação e se entregará o Brasil a destruição ? Esse é o ponto. Até quando o Exército irá dar apoio para esses criminosos no Poder da República ?
É imprescindível e mais que necessário, que as Forças Armadas, o Ministério Público e a Polícia Federal resgatem sua honra e sua dignidade jogadas no lixo da História no fatídico dia 09 de janeiro de 2023.
As gloriosas páginas da História dessas honradas instituições foram manchadas pelas sujeiras e indecências desses porcos que corrompem, maculam e destroem tudo que tocam, e isso precisa ser revertido.
Jenyberto Pizzotti

sábado, 3 de janeiro de 2026

O CONDENADO : Brasil



Jair Bolsonaro foi julgado e condenado por um magistrado que, diariamente, se coloca como seu adversário, um juiz que, ao mesmo tempo, assumiu o papel de promotor, investigador e julgador em um processo sem fundamento, nascido de um suposto “golpe de Estado” que jamais ocorreu.

Hoje, idoso com mais de 70 anos , o ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, capitão reformado do Exército, encontra-se encarcerado. Foi um presidente que, segundo seus apoiadores, buscou combater a velha política marcada pela corrupção e pelo abuso de poder. É irônico e, para muitos, revoltante, pensar que aqueles que um dia atentaram contra sua vida com uma facada na barriga, são os mesmos que agora defendem sua permanência em uma cela de 12 m².
Bolsonaro já passou por sete cirurgias em decorrência da facada que sofreu, e, nos últimos dias, precisou enfrentar mais três intervenções médicas, encontrando-se debilitado, fraco, quase um sobrevivente por teimosia. Ainda assim, seu principal antagonista, o magistrado, negou o pedido de prisão domiciliar, mantendo-o em uma cela com apenas um catre, uma cama e uma cadeira para se recuperar de todas essas cirurgias, decisão tomada mesmo diante dos pareceres médicos constantes nos autos. Isso não parece aplicação justa da lei;
soa como punição.
Como castigo.
Como tortura psicológica imposta por alguém que se coloca acima do próprio ordenamento jurídico.
Eu, assim como 60 milhões de brasileiros, estou indignado com essa postura, que chega a espantar até mesmo parte da imprensa historicamente crítica ao ex-presidente.
Somos um país jovem, desde a chegada de Cabral, um país que não viveu grandes guerras, que não foi esmagado por invasões ou conflitos históricos profundos. Um povo ainda em construção, muitas vezes sem brio, sem honra e sem orgulho, mais preocupado com o carnaval que se aproxima, com praias lotadas e discussões banais, enquanto assiste, de forma passiva, a essa situação que considera uma barbárie contra um ex-chefe de Estado.
Falta-nos, por vezes, o sentimento de resistência que move outros povos, como o orgulho do povo ucraniano, a resiliência do povo judeu ou a dignidade de nações forjadas em sofrimento e superação.
Enquanto isso, parte da população permanece às margens, esperando que “os caminhoneiros façam alguma coisa”.
E perguntamos, indignados: que país é esse?
O mesmo juiz, que já presidiu o processo eleitoral que conduziu Lula de volta ao poder, é também quem mantém hoje um ex-presidente enfermo atrás das grades, ao passo que políticos juntamente com ele envolvidos em suspeitas de contratos milionários e corrupção seguem livres, leves e soltos, como se nada estivesse acontecendo.
No Brasil, parece que podemos pendurar um diploma na parede com a mensagem amarga: o crime compensa.
José

OS CAÍDOS

OS CAÍDOS
Levante todos os caídos ao seu redor. Você não sabe onde seus pés tropeçarão. André Luís

SOMOS TODOS VIAJANTES

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